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Incêndio atinge apartamento deixa morador ferido em João Pessoa






 Um incêndio em um apartamento no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa, foi registrado na madrugada desta segunda-feira (6), por volta das 5h. A ocorrência mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, que controlou as chamas. Um morador precisou de atendimento após inalar fumaça, sendo encaminhado a uma unidade hospitalar.

De acordo com o tenente Palhares, do Corpo de Bombeiros, os danos estruturais observados no imóvel, especialmente nas janelas, indicam a possibilidade de uma explosão ou deflagração.

Ainda segundo o oficial, não é possível confirmar a causa no momento. Entre as hipóteses levantadas está um problema envolvendo gases de ar-condicionado.

Uma perícia técnica deve ser realizada para identificar a origem do incêndio e emitir um laudo conclusivo.

O morador do apartamento relatou ter percebido um princípio de incêndio no ar-condicionado.

Ele acionou ajuda e recebeu apoio de um vizinho. No entanto, o fogo se intensificou rapidamente antes da chegada das equipes.

Os bombeiros acessaram o 15º andar e utilizaram a rede de hidrantes do prédio para conter as chamas com rapidez.

O único morador do imóvel inalou grande quantidade de fumaça, mas não sofreu ferimentos graves.

Ele recebeu oxigenoterapia ainda no local e foi encaminhado por uma equipe de resgate para avaliação médica.

Prevenção é fundamental, alerta Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros reforça que a prevenção é a principal forma de evitar incêndios.

Entre os principais fatores de risco estão:

  • Falhas em instalações elétricas
  • Uso de materiais inflamáveis
  • Falta de manutenção de equipamentos de segurança

A corporação destaca a importância de manter:

  • Extintores dentro da validade
  • Rede de hidrantes funcionando
  • Sinalização de emergência adequada

Além disso, moradores devem estar preparados para agir em situações de emergência.

Segundo os bombeiros, a rápida comunicação da ocorrência e a proximidade da equipe contribuíram para que o incêndio fosse controlado com agilidade, evitando consequências mais graves.

O caso segue sob investigação.

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